segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Geografia deve ser obrigatória em certos empregos

 -A geografia deve ser disciplina obrigatória a todo e qualquer funcionário de serviços de transportes e entregas, os CTT por exemplo, devem ministrar urgentemente geografia aos seus funcionários e só contratar quem passe no teste, talvez se trocassem menos vezes de funcionários, alguns que já sabiam onde ficam os Açores, não cometeriam o mesmo erro duas vezes, mas como trocam de funcionários a cada 6 meses, os novos tem de aprender tudo de novo.

Açores (Conjunto de 9 ilhas no oceano atlântico, cuja língua oficial é o português e são parte integrante do território nacional, apesar de muito poucos saberem isso e onde ficam).

Depois da DHL, fica uma das muitas pérolas dos CTT, uma encomenda proveniente de Beijing, chega a Lisboa dia 18 de Agosto às 11h27, fica até dia 29 de Agosto, provavelmente na alfândega, até aqui tudo normal, daqui para frente é que já não é normal.

No dia 29 de Agosto o objecto entra no MARL em Lisboa às 12h02 e entra no mesmo instante em distribuição, não sei como conseguiram essa proeza de teletransporte, se a morada de destino é na ilha de Santa Maria, nos Açores.

Moral da história hoje estamos a 8 de Setembro 10 dias passados da encomenda estar em "distribuição" e obviamente a encomenda não chegou ao destino, porque anda a passear até alguém ler a morada do destinatário e reencaminhar para o destino.

Mais um serviço impecável e merecedor de uma medalha neste país.

Clique na imagem para ampliar

Distância entre Beijing e Lisboa 9668 Km, saiu de Beijing a 12 de Agosto deu entrada em Lisboa a 18 de Agosto, 6 dias seguidos.

Distância entre Lisboa e Vila do Porto é de 1418 Km, saiu a 29 de Agosto do MARL de Lisboa, já passaram 10 dias seguidos e não chegou ao destino. (Somos um país da UE, mas isto explica muita coisa em relação à nossa capacidade e profissionalismo)




sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Gestão Comercial + POS desde 75€

-As empresas de hoje necessitam saber a cada momento a sua situação, ter dados estatísticos de forma rápida das suas vendas, manter uma base de dados dos seus clientes e sobretudo querem faturar de forma simples rápida e eficiente.

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quinta-feira, 4 de setembro de 2014

DHL transporte internacional, Não Obrigado!

-Viver nos Açores tem alguns amargos de boca, já há alguns anos que estou ligado ao comércio e por isso sujeito a todo tipo de taxas e custos de transporte para fazer chegar as mercadorias ao destino Açores. Mas a minha primeira experiência com a DHL para transporte fora da União Europeia é no mínimo anedótica.

Fiz recentemente uma encomenda de material no valor de noventa a tal euros proveniente de um país asiático e uma das modalidades de transporte mais rápido disponíveis era a DHL. Em qualquer outra situação declinaria devido ao preço, mas neste caso, o custo anunciado era tão irrisório quanto um correio normal e optei pela DHL.

Na nota de encomenda menciona textualmente em inglês a morada de entrega como sendo a minha morada particular, morada essa constante do paypal, método utilizado para pagamento da encomenda, por ser um método seguro. Até aqui tudo certo, encomendado a 29 de Agosto, hoje 4 de Setembro recebo um telefonema por parte da DHL em Lisboa a informar que a encomenda se encontrava para despacho alfandegário em Lisboa. Por esse motivo, podia optar por pagar cerca de 33€ para a própria DHL tratar dos trâmites junto da alfândega ou 43€ para a encomenda ser reencaminhada para a alfândega de Ponta Delgada, onde eu podia proceder ao pagamento dos direitos alfandegários e levantá-la.

Ora isto não me caiu nada bem, eu contratei um serviço de transporte até à minha morada, e como em inúmeras outras ocasiões de outros serviços postais como o Royal Mail e o Sweden Post, as encomendas são encaminhadas até Ponta Delgada, onde é procedido à verificação das notas de encomenda e comprovativos de pagamento e são liberadas as mercadorias directamente para mim, sem mais nenhum custo de serviço associado, além claro de havendo lugar a pagamento de direitos alfandegários e o IVA, o IVA nos Açores, destino da mercadoria é de 18% e não 23% como em Lisboa, logo 5% de diferença imediata no custo final.

Dado que não havia outra forma de resolver, sujeitei-me a pagar mais 39,66€ porque me faziam falta os artigos constantes da encomenda, foram 33,21€ pela intervenção da DHL junto da alfândega de Lisboa, e 6,45€ da diferença da taxa de IVA de 18% para 23%, isto porque a DHL não cumpriu o contrato de entrega na alfândega de Ponta Delgada, destino final da mercadoria, onde eu podia levantar sem este custo adicional dos 39,66€. E só não pago frete Lisboa Açores, porque fiz ver que se a DHL não tem entregue onde devia, estava a fazer-me perder dinheiro e a negar-me o meu direito expresso no documento de compra de levantar a minha encomenda na minha área de residência. A DHL cobra-me um serviço que eu não precisaria se eles fossem honestos e fizessem as coisas como legalmente deviam; no valor de um terço do total da mercadoria, mais que a alfândega cobrou de direitos e de IVA mesmo a 23%, INTOLERÁVEL e ESCANDALOSO!

Ora isto vai-se reflectir no preço final da mercadoria negativamente, além de ter riscado do mapa dos transportes internacionais a DHL. Alerto-vos que devem ter muito cuidado com quem transporta as vossas mercadorias, não recorrendo a este cartel sem escrúpulos e com um protocolo de procedimentos inadequado à realidade geográfica e fiscal de portugal e que vai prejudicar os residentes nas ilhas. 

Recomendo sempre que disponível nas vossas compras online internacionais, o Royal Mail, o Sweden Post, o Dutch Post e o Singapore para encomendas para os Açores, são mesmo entregues na alfândega dos Açores e reencaminhado para as nossas casas sem custos adicionais ou protocolos desadequados à nossa realidade insular.

As compras internacionais estão sujeitas a pagamento de direitos aduaneiros e IVA, sobre o valor da mercadoria e do transporte, mas o que não é "normal" é haver lugar ao pagamento de taxas ocultas ao operador de transporte, quando este tem o dever moral de entregar na morada, para a qual foi contratado o serviço e não desalfandegar onde mais jeito lhes dá, obrigando o cliente a um pagamento extra por conveniência da empresa DHL e não do cliente que contratou o serviço até à sua moradia.





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