quinta-feira, 30 de março de 2017

BookingDrive alugue o seu carro a particulares com protecção Fidelidade

-A Bookingdrive é uma plataforma portuguesa de aluguer de automóveis entre particulares, pode alugar o seu carro nas alturas em que não o está a usar. Terá um contrato de aluguer entre si e o seu interessado em alugar e um seguro da Fidelidade, estará assim protegido contra qualquer eventualidade e simultâneamente estará alugando de forma legal.

Quero anunciar os meus veículos

 REGISTE-SE COM O SEU EMAIL, CONTA DO FACEBOOK OU GOOGLE +
Pode efetuar o registo com as suas contas de e-mail, Facebook ou Google +. Para o registo primário só necessita de introduzir o nome, e-mail e palavra passe. Logo de seguida receberá um e-mail para ativar a sua conta. P ara confirmar o registo só tem que clicar no link existente no e-mail.
 COMPLETE O SEU PERFIL
Em seguida, deverá completar o seu perfil Bookingdrive.com como proprietário. Neste processo, serão pedidos dados pessoais mais específicos como, por exemplo, o número do seu documento de identificação, entre vários outros dados pessoais e do veículo necessários para inserir o(s) seu(s) veículo(s) para alugar. Todos os documentos solicitados deverão ser digitalizados e inseridos na plataforma Bookingdrive.com.
 CRIE UM PERFIL COMPLETO DO SEU CARRO SEM QUAISQUER CUSTOS
Uma vez completado o perfil e após validação da Bookingdrive.com, poderá criar na plataforma o seu próprio espaço dedicado à publicitação do seu veículo. Através deste espaço poderá rentabilizar o seu carro, podendo lucrar mais de 4.705,00 € por ano (exemplo para 3 dias de aluguer por semana com o valor de aluguer de 40€). A criação do perfil é rápida, cómoda e gratuita, permitindo-lhe, em poucos passos, disponibilizar, com segurança, o seu veículo aos restantes utilizadores.
 ESCOLHA A RESERVA QUE MAIS LHE AGRADA
Analise os pedidos de aluguer feitos pelos condutores, designadamente o seu perfil e características, e escolha aquele que mais lhe agrada. Combine o aluguer através do nosso chat, nomeando, em conjunto com o condutor, a morada de tomada e entrega do veículo. Na data designada, inspeccione o carro com o condutor, e, se tudo estiver bem, entregue-lhe as chaves, assinando, juntamente com este, o contrato de aluguer.
 AVALIE O CONDUTOR
Findo o aluguer, e após a recepção do carro e das chaves nas mesmas condições em que os entregou, pode avaliar o condutor, dando uma nota global ao aluguer. Essa avaliação é fundamental para permitir que, no futuro, esse condutor possa ser escolhido por outros proprietários, criando, desse modo, uma rede de confiança essencial ao progresso da plataforma.
Registe já a sua viatura AQUI


quarta-feira, 29 de março de 2017

Factura Simplificada pode emitir?

-Esta dúvida de muitos empresários principalmente do regime simplificado, sobre se podem emitir facturas simplificadas (antigamente conhecido por talões de venda). Saiba o que é uma factura simplificada e quem pode emiti-la.

Factura simplificada é o documento antigamente denominado de Talão ou Venda a Dinheiro, uma vez emitido é considerado como pago na hora.

As vantagens deste documento em negócios de venda a retalho ou ambulante é a não obrigatoriedade de preencher todos os dados do cliente, podendo ser emitido a "Consumidor Final" dispensando a criação de ficha individual de cliente com todos os dados do cliente. Mas tem de cumprir as seguintes condicionantes:

  • Ser emitida em território nacional (Continente, Açores e Madeira)
  • Venda de bens ou serviços por retalhistas a sujeitos não passivos de IVA, denominados de consumidor final, que não vão fazer revenda dos artigos adquiridos neste tipo de documento.
  • O valor dos bens vendidos não pode ultrapassar os 1000€
  • O Valor dos serviços prestados não pode ultrapassar os 100€
  • Não é possível emitir uma factura simplificada para transacções isentas de IVA ou outro regime especial. Deve emitir-se uma factura obrigatoriamente
  • Uma factura simplificada não é válida como guia de transporte pois não disponibiliza dados sobre o local de carga e descarga. Por sua vez, uma factura serve como guia de transporte
  • A data de emissão tem de ser no próprio dia em que o documento é emitido

Agora a parte final, quem não pode emitir facturas simplificadas?
Quando a operação for isenta de IVA nos termos do artigo 9º, 14º, 15º ou artigo 53º do CIVA, ou estiver enquadrada num regime especial (incluindo o regime dos pequenos retalhistas) o sujeito passivo deverá emitir uma factura nos termos do artigo 36º, não podendo emitir uma factura simplificada (ponto 9.2 do Ofício-Circulado nº 30136/2012).







terça-feira, 28 de março de 2017

Cooperativas ad hoc e concorrência desleal com apoio oficial

-A história do mel, não acabou na minha produção inviável do artigo anterior, foi preciso ir mais longe porque só na minha freguesia há mais 29 casos iguais ao meu, e claro para escoar o produto, havia necessidade de uma cooperativa que nos alivia-se da preocupação de vender, já que isto é um hobby, nunca estamos em casa e queremos fins de semana livres de chatices e interrupções. Eis que tivemos uma ideia brilhante.

Fomos à junta de freguesia, os 30 produtores juntos, chorámos as nossas dificuldades, o presidente ficou sensibilizado e levou-nos à Câmara Municipal cujo presidente também foi incansável em nos ajudar. Mas quis envolver o departamento de apoio à economia do governo, afinal este é um trabalho do âmbito deles e o centro de emprego também foi envolvido.

Sugerimos a criação de uma cooperativa, ideia apoiada pelas 3 entidades, que logo se disponibilizaram a ajudar:

  • A Junta de Freguesia paga a renda do espaço para venda ao público
  • A Câmara tratou do mobiliário (estantes e afins)
  • A Junta até deu um PC velho que estava lá abatido
  • O departamento de economia apoia no marketing, embalagens, rotulagem
  • O centro de emprego cede 2 funcionários, ao abrigo dos programas de reintegração de trabalhadores em desemprego de longa duração.
O que ninguém pediu foi:
  • Estatuto da cooperativa
  • Ninguém assinou nenhum contrato
Afinal somos uma cooperativa Ad hoc, que não está formalmente constituída, não temos número fiscal, estatutos nem coisa nenhuma, somos 30 indivíduos que estão com actividade aberta nas finanças, conseguimos com o chico espertismo, convencer estas entidades a nos apoiar e voilá, fazemos concorrência desleal a quem está legalmente no mercado, somos 30 famílias o que dá um número de votos que não é desprezível e como temos apoios oficiais beneficiamos de:

  • Asae não nos incomoda
  • Apesar de vendermos produtos alimentares (mel) os nossos funcionários não tem boletim de sanidade
  • Se o cliente quiser factura, tem de esperar que um dos 30 produtores a emita em papel e depois a deixe mais tarde na loja para o cliente ir levantar noutro dia
  • GNR não vem cá ver se estamos com a documentação em dia
  • GNR não vem fechar o caixa como faz nos negócios legalmente constituídos para ver se há fugas ao fisco.
  • Não somos obrigados a ter seguros
  • Não somos obrigados a pagar a ninguém por causa da Higiene e Segurança no Trabalho
Não temos qualquer custo de funcionamento, e todo dinheiro que fazemos é "seco e joeirado", somos uma actividade primordial, ao protegermos as abelhas que estão em vias de extinção ficamos automaticamente isentos de cumprir leis, como os outros comerciantes de outros ramos de actividade.

Este artigo espelha a realidade de muitas situações existentes neste país há anos e anos, onde o dinheiro dos contribuintes serve para fazer campanha o ano inteiro, de forma descarada a concorrer com quem paga impostos, seguros, IVA, pagamentos por conta, formação e higiene e segurança no trabalho.

Se transporto uma ferramenta no carro sem uma guia de activos próprios sou autuado, por fugir aos impostos, nestes casos que todos conhecem e ninguém denuncia, como é que vai ficar?

PS: A Junta de Freguesia quer apoiar-nos para legalizar a nossa situação e adquirir programa de facturação certificado, mas como não nos entendemos quanto ao formato da cooperativa a coisa continua assim numa total anarquia, ainda para mais em ano de eleições autárquicas.

Se todos pagarem impostos e os nossos representantes eleitos não o jogarem à rua sem critério, será necessário cobrar menos impostos a cada um; exija, afinal os eleitos estão lá para nos defender e não para promover a nossa desgraça, não somos nós que devemos tirar o chapéu à sua passagem, mas sim eles tem que fazer o que lhes compete se quiserem manter o poleiro, de 4 em 4 anos temos a arma da eleição nas mãos para corrigir estas situações completamente absurdas.

Se conhece casos semelhantes comente este artigo, partilhe-o e faça-o chegar a quem o pratica para que corrijam urgentemente, obrigue que façam do seu dinheiro aquilo que você faria.

Qualquer semelhança deste artigo com a realidade, é mesmo verdade!



segunda-feira, 27 de março de 2017

O Mel é doce e o governo é Parvo

-Na minha actividade diária que me ocupa 12 horas por dia e alguns fins de semana fechado a organizar documentos e fazer reparações; no entanto decidi aproveitar os apoios do governo à apicultura e eis a história de actividades sem rei nem roque.

Fiz um projecto numa empresa da especialidade que me pediu 1000€ + IVA, mas que me "aconselhou" a solicitar as facturas proforma a clientes seus cuja contabilidade é assegurada pela própria. Se me causou estranheza rapidamente percebi que os 1000€ + IVA seriam diluídos e pagos por estas empresas e não por mim.

Assim:
Colmeias, Enxames e utensílios de trabalho na empresa C
Frascos na empresa F
Rótulos e blocos de facturas na empresa R

Todas as empresas inflacionaram os preços por forma que a percentagem do apoio cobrisse 100% do investimento e ainda o custo do projecto ou seja as proformas.

Passado um ano foi aprovado o projecto, procedi à compra e ao pagamento (com dinheiro de um micro crédito a juros simbólicos e com 24 meses de carência) de todo o material correspondente às proformas apresentadas no projecto, entreguei no departamento responsável com os recibos comprovativos de pagamento e passados 6 meses recebi o valor "investido" na percentagem apoiada de volta, que não cobriu o valor total do micro crédito contraído.

Os fornecedores ficaram assim com as "taxas" de serviço correspondente à sobre facturação e pagaram à empresa que fez o projecto, ainda tendo recebido um presunto da empresa que me forneceu o grosso do material.

Passado um ano, voltei a apresentar um pedido para mais Açucar, frascos e rótulos e fui novamente apoiado. De novo sem qualquer fiscalização.

Ora na primeira colheita extrai 36 litros de mel, 6 dos quais ficaram para uso pessoal, e 30 litros deram 150 frascos de 200ml que vendi maioritariamente a particulares e sem factura, apenas emiti 4 facturas nesse primeiro ano de 10 frascos no total, dei conta que dos 200 frascos recebidos, 20 partiram na viagem e no processo de esterilização, o que faria:

200 recebidos
20 partidos
150 utilizados
restariam 30 frascos e 50 rótulos não utilizados, mas ninguém veio confirmar nada.

Assim no ano seguinte pedi 300 frascos, 300 rótulos e 30 kg de açúcar que é dado às abelhas como alimento na época em que não há flores; produzo assim mel biológico, apesar das abelhas na primavera e verão irem de flor em flor nos terrenos circundantes que não são meus e sobre os quais não tenho nenhum controle de que químicos usam os meus vizinhos, ainda assim produzo "Mel biológico" a 5€ por frasco de 200ml, porque eu não coloco nenhum aditivo ou conservante.

Na venda de 150 frascos realizei 750€, que nem corresponde a 10% do investimento, mas apenas facturei 50€, mais uma vez ninguém se preocupou em fiscalizar que o apoio recebido era totalmente gasto num projecto inviável não fora ter sido tudo "dado".

Esta é a triste realidade dos apoios ao regresso às origens, em que algumas actividades são autênticos sorvedouros de dinheiro dos contribuintes sem rei nem roque e rédea solta, façam as contas a quantos milhões de euros são assim esbanjados sem nenhuma utilidade prática e que não criam riqueza nenhuma nem para o país nem para os próprios produtores.

Não deixe de comentar e dar a sua opinião, no próximo artigo, o mel vai continuar a vos surpreender com mais um episódio anedótico e real em muitas actividades "protegidas" por dinheiro dos contribuintes.

Qualquer semelhança deste artigo com a realidade, é mesmo verdade!




domingo, 12 de março de 2017

Software + Impressora e Gaveta em sistema de aluguer

-Está chegando a época de festas e festivais, se pretende abrir uma tasquinha tem de pensar nas obrigações fiscais e fiscalizações que vão haver nestes eventos, para que a multa não seja superior aos lucros temos a solução para si.

Pode utilizar um computador que tenha, ficando assim com o software instalado para futuras utilizações. Mas podemos também fornecer o computador em sistema de aluguer.

Software certificado de facturação + impressora de talões + gaveta caixa

Em sistema de aluguer.

Contacte já para conhecer as condições e preços






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